Este alimento tem uma ação bastante adstringente e antissética sobre as vias urinárias, tornando-se útil em casos de cistites e uterites, mas também para a limpeza do sangue e para o tratamento de diarreias e desinteria e para infeções da boca e da garganta, como defendem vários especialistas. (mais…)
A produção de medronho em Monchique é uma tradição ancestral, mas não fecha as portas ao futuro. A atividade tem aumentado e quer continuar a crescer. (mais…)
Têm sido diversos os trabalhos de investigação realizados no âmbito de projetos de ID&D (FCT e ProDeR) e em colaboração com diversas entidades de investigação (INIAV, Universidade do Algarve), extensão rural (DRAPC), produtores (Lenda da Beira) e empresas (GreenClon) abrangendo toda a fileira do medronho (www.esac.ptmedronho). (mais…)
A Cooperativa Portuguesa do Medronho (CPM), com sede em Proença-a-Nova, defende o cultivo do medronheiro e de outras espécies autóctones nos espaços florestais destruídos pelos incêndios. (mais…)
O semanário regional algarvio Barlavento encontrou-se, no interior da freguesia de Bensafrim, com uma empresa produtora de Super-Medronheiros, a Herdade da Corte Velada, que se estende por 271 hectares de terreno.
Um trabalho realizado por investigadores da Universidade de Aveiro (UA) de caracterização química detalhada do medronho, usado sobretudo em licores e aguardentes, revelou benefícios para a saúde do consumo daquele fruto. (mais…)
Aproveitado exclusivamente para a produção de aguardentes e licores, uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) quer ver também o medronho nacional fora das garrafas e consumido fresco ou incluído noutros alimentos. (mais…)
O verão já partiu há muito, e com ele os morangos, as cerejas, a melancia, os pêssegos e todos aqueles frutos que trazem frescura aos dias quentes. (mais…)
Embora seja abundante de norte a sul de Portugal e tenha um grande potencial económico e ambiental, o medronheiro é uma espécie ainda pouco conhecida, estudada e explorada.
Já era conhecido e comido na Grécia Antiga, mas foi ignorado pelos Romanos e o seu valor alimentar e medicinal só mais tarde foi reconhecido. Os seus frutos têm um forte poder anti-bacteriano mas não deve exagerar no seu consumo. Saiba porquê.