Bem vindo à plataforma Emed – Empreender na Fileira do Medronho, um serviço estratégico e inovador disponibilizado a todos com interesse na fileira emergente do medronho. Com vista ao desenvolvimento da fileira, Emed procura fomentar o estabelecimento de interações e soluções colaborativas entre produtores do fruto, e entre estes e outros agentes relevantes (destiladores e empresas de transformação, técnicos especialistas, investigadores, investidores…).

Em Destaque

Aprovada redução de imposto na aguardente de medronho

Cláudia André, deputada do PSD eleita pelo círculo eleitoral de Castelo Branco e subscritora da proposta, afirmou em plenário que: “é com medidas assim que se apoiam as microempresas que sobrevivem com muitas dificuldades no interior do país”.

Medronho: o fruto vermelho do futuro que Portugal está a (re)descobrir

(…) A produção do fruto está delimitada aos concelhos algarvios de Aljezur, Vila do Bispo, Monchique, Silves, Lagos, Albufeira, Loulé, Faro, São Brás de Alportel, Tavira, Castro Marim e Alcoutim e, ainda, aos concelhos alentejanos de Odemira, Ourique e Almodôvar. Os frutos, de acordo com a ficha técnica apresentada para certificação pela Apagarbe – Associação de Produtores de Aguardente de Medronho do Barlavento Algarvio, revelam valores de metanol, acidez total e acetato de etilo inferiores ao da aguardente de medronho comum. (…)

Pão de medronho está à venda

(…) Desenvolvido nos últimos 10 anos pelo chefe de cozinha e nutricionista Rui Lopes, mestrando em Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar da Escola Superior Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Politécnico de Leiria, o primeiro pão de frutos vermelhos é obtido a partir de farinhas não corrigidas, de longevidade superior, que lhe permitem manter a frescura e macieza interna até ao sexto dia de vida útil. (…)

O medronho não dá só aguardente. Em Vila Nova de Tazem dá azeite

Uma chegada inesperada ao lagar de azeite de Vila Nova de Tazem. “É medronho apanhado ontem, em Oliveira do Hospital, no Vale dos Sonhos, inclinado para o Rio Alva, onde arderam 40 hectares de medronheiros”, descreve Nuno Pereira, 39 anos, sob o olhar atento de outros produtores de azeite que, curiosos, espreitam as caixas com o fruto que costuma ser utilizado para aguardente.

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