O presente trabalho teve como objetivo avaliar a evolução da cor e do teor de sólidos solúveis totais do medronho ao longo de um período de pós-colheita.
A presente publicação apresenta o contributo de todos os parceiros e colaboradores do projeto “Inovação e Novas Tecnologias no Aproveitamento do Medronho”, descrevendo o estado atual do conhecimento, investigação e inovação sobre a cultura do medronheiro em regime de pomar e conservação/processamento do medronho em fresco e desidratado. (mais…)
O verão já partiu há muito, e com ele os morangos, as cerejas, a melancia, os pêssegos e todos aqueles frutos que trazem frescura aos dias quentes. (mais…)
Este estudo enquadra-se na estratégia de valorização da floresta do Fórum Florestal, procurando estudar a dinamização da fileira do medronho e compreender a sua rentabilidade. Este documento tem por base a análise de documentação sobre o sector, a recolha de dados estatísticos e a realização de um conjunto de reuniões e entrevistas.
A utilização dos frutos para fresco apresenta-se como uma alternativa viável de rendimento em complementação à produção de aguardente de medronho. No entanto, os frutos são altamente perecíveis pelo que a sua comercialização em fresco requer cuidados especiais.
A aguardente de medronho é o produto nobre que se obtém a partir dos frutos maduros do medronheiro, cuja colheita é praticada ancestralmente nos terrenos de aptidão florestal das regiões serranas do centro de Portugal.
Embora seja abundante de norte a sul de Portugal e tenha um grande potencial económico e ambiental, o medronheiro é uma espécie ainda pouco conhecida, estudada e explorada.
Já era conhecido e comido na Grécia Antiga, mas foi ignorado pelos Romanos e o seu valor alimentar e medicinal só mais tarde foi reconhecido. Os seus frutos têm um forte poder anti-bacteriano mas não deve exagerar no seu consumo. Saiba porquê.
O presente texto trata das formalidades legais para licenciar a produção de aguardentes não preparadas, enquanto estabelecimentos industriais de tipo 4, respectivo licenciamento de obras, quando for caso disso, inscrição como pequena destilaria (para efeito de imposto especial sobre o álcool), nos casos aplicáveis, e para a obtenção do estatuto de depositário autorizado e constituição de entreposto fiscal de produção incluindo a redução do imposto quando a ela houver lugar.
O presente texto trata das formalidades legais para licenciar a produção de licores e outras bebidas destiladas, enquanto estabelecimentos industriais de tipo 4, respectivo licenciamento de obras, quando for caso disso, e da obtenção do estatuto de depositário autorizado e constituição de entreposto fiscal de produção (para efeito de imposto sobre o álcool e bebidas alcoólicas).